Pelo Mundo 

Arte à flor da pele

O Pelo Mundo dessa semana viaja até Paris para conferir a exposição “Tatoueurs, tatoués“, em cartaz no Musée du Quai Branly. Um dos destaques na agenda cultural da capital francesa, o espaço apresenta a história milenar da tatuagem sob uma perspectiva antropológica e fugindo dos clichês.

 

São mais de 300 itens que incluem fotografias, instrumentos, esculturas, além de 32 obras produzidas exclusivamente para a exposição por alguns dos maiores tatuadores contemporâneos como o francês Tin-Tin, o americano Jack Rudy  e o  japonês Horiyoshi III. Entre as peças exclusivas estão projetos em pele sintética.

 

Valorizando os diferentes significados da tatuagem no curso do tempo, os visitantes podem passear numa retrospectiva por culturas e sociedades, descobrindo as facetas dessa prática tão antiga quanto o próprio homem. Ligada aos códigos urbanos, manifestações religiosas, místicas, sociais, rebeldia e moda, a tatoo se destaca como fenômeno de globalização.

 

“Tatoueurs, tatoués“, que significa “Tatuadores, tatuados”, segue aberta até o dia 18 de outubro e conta com a curadoria da dupla francesa Anne & Julien, fundadora da revista HEY! Arte Moderna e Cultura Pop. Segundo eles, a palavra tatuagem possui derivação de uma expressão da Polinésia: “tatau”, que quer dizer “o que há de mais profundo no homem”. A exposição, além do panorama histórico e abordagem antropológica, é importante por apresentar essa expressão corporal como atividade de valor artístico.

 

Dá uma olhada nas imagens:

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