Boas Novas 

IARA – UMA LENDA AMAZÔNICA

IARA ABRE O II FESTIVAL DE TEATRO INFANTIL –  BRINQUE, LENDAS BRASILEIRAS EM CURITIBA

“Nos próximos dias 21 e 22 de março, uma das lendas clássicas do folclore brasileiro ganha adaptação inédita no palco do Teatro Bom Jesus. A mostra contempla seis espetáculos, que vão contar histórias de seis personagens folclóricos até agosto”.

 

Histórias que mexem com o lúdico do universo das crianças. De março a agosto, Curitiba vivenciará o folclore brasileiro durante o “II Festival de Teatro Infantil – Brinque, Lendas Brasileiras”.  Com realização da  Montenegro Produções Culturais, Ministério da Cultura e apoio do Hospital Pequeno Príncipe, a segunda edição da mostra contempla seis espetáculos que contam histórias de personagens folclóricos conhecidos que vão proporcionar aos pequenos uma viajem por este vasto imaginário popular. A estreia acontece nos próximos dias 21 e 22 de março, com a adaptação inédita de Rosy Greca Produções para “Iara”. As apresentações serão realizadas às 16horas, noTeatro Bom Jesus (R: 24 de maio, 135). Toda a renda da bilheteria será doada ao Hospital Pequeno Príncipe.

 

Na montagem, “Iara – uma lenda amazônica”, a contação de histórias (realizada por Rosy Greca) alia-se a música (executada ao vivo) e ao teatro de animação para apresentar às crianças uma das mais extraordinárias personagens do Folclore Brasileiro. Iara é uma sereia, metade peixe, metade mulher que, ao cair das tardes, emerge das águas amazônicas para seduzir, com o seu belo e irresistível canto, os varões tapuias com quem deseja casar. Uma vez seduzidos e enfeitiçados, os índios se entregam aos encantos da sereia e com ela mergulham nas águas, para nunca mais voltar.
Segundo a lenda, Iara era uma índia guerreira, a melhor da tribo, e recebia muitos elogios do seu pai que era pajé. Os irmãos de Iara tinham muita inveja e resolveram matá-la à noite, enquanto dormia. Iara, que possuía um ouvido bastante aguçado, os escutou e os matou. Com medo da reação de seu pai, Iara fugiu. Seu pai, o pajé da tribo, realizou uma busca implacável e conseguiu encontrá-la, como punição pelas mortes a jogou no encontro dos Rios Negro e Solimões, alguns peixes levaram a moça até a superfície e a transformaram em uma linda sereia.

O projeto inclui ainda contações de histórias no Hospital Pequeno Príncipe e apresentações exclusivas na Associação Eunice Weaver, que promove a pesquisa científica e o atendimento médico, educacional e social a crianças e adolescentes, com prioridades aos filhos sadios de hansenianos.
Mais sobre o II Festival Infantil – Brinque, Lendas Brasileiras

“II Festival de Teatro Infantil – Brinque, Lendas Brasileiras” dá sequência aos festivais promovidos pela Montenegro Produções. No ano de 2013, o Brinque, em sua primeira edição, apresentou para as crianças oito peças de leituras já consagradas. Já, em 2014, foi a vez da magia e encanto das narrativas de contos de fadas no festival “Era uma vez…eram duas, eram três”,  com seis peças de contos clássicos conhecidos. A ideia dos festivais é contribuir para a formação de jovens plateias e incentivar o desenvolvimento da sensibilidade e criatividade por meio do contato com a linguagem artístico-musical. O Brinque pretende voltar às atenções para o teatro infantil, gerando novas oportunidades, além de democratizar o acesso à cultura para as crianças.

 

Com tanto acesso a tecnologias na infância, o brincar vêm se perdendo aos poucos, contudo, o Brinque nasceu com a ideia de renovar e fortalecer a formação de plateia do segmento de artes cênicas, levar por meio da música e do teatro, crianças e adultos a viajar na cultura brasileira, vivenciando as histórias do imaginário popular sem depender de recursos tecnológicos utilizando apenas a criatividade e imaginação.

De acordo com Rosy Greca, idealizadora de três adaptações para o “Brinque, Lendas Brasileiras”, o meio tecnológico no qual a infância contemporânea está inserida, deve incluir as nossas raízes culturais, bem como a produção artística em geral e não refutá-las, ignorá-las ou simplesmente aniquilá-las. O grande desafio, portanto, é promover o equilíbrio, o diálogo criativo e salutar entre a tecnologia, as riquezas folclóricas e as manifestações artísticas.
Após “Iara”, a programação dá sequência com a lenda “Boto Cor de Rosa”, nos dias 25 e 26 de abril, “Saci Pererê”, nos dias 30 e 31 de maio, “Negrinho do Pastoreio”, 27 e 28 de junho, “Cabra Cabriola”, 25 e 26 de julho e encerra com “Curupira”, nos dias 29 e 30 de agosto.
As instituições beneficiadas com este projeto são: F.A.S, IPCC, Transforme Sorrisos, Associação São Roque e Lar Móises.

Desenvolvido com incentivo fiscal, por meio da Lei Rouanet, o projeto será executado com patrocínio de empresas do Paraná,  Santa Catarina e Rio Grande do Sul, dentre elas: UEG Araucária, Nórdica Veículos, Rocha Terminais Portuários, Expresso Jundiaí, Komatsu, Ciapetro, Franklin Eletric, TratorNew, Methal Company, Cesbe AS Engenharia, Furukawa, Agrícola Horizonte,  Perkons, Deycon, Madal Palfinger, Engepeças, Florença Caminhões, Delta Cable, Balaroti, Slaviero Hotéis, Sebba Madeiras, Mag Paraná, Gran Sappore, Fiorelo Pegoraro, Tecnologia em cabos de Aço Brascabo LTDA, Brasil Telecom, Boulos e TratorMix.

 

 

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