Contrapartida Social

Contrapartida Social

Seja na inscrição por meio de renúncia fiscal ou por meio de editais, na hora de inscrever um projeto cultural em Leis ou programas de Incentivo à Cultura, é importante ter a sua contrapartida preparada e com bons argumentos. E pensar no coletivo é uma base fundamental para isso.

Entenda como funciona a contrapartida social em projeto cultural. E como construir uma que vai agradar o setor público e até mesmo potenciais empresas patrocinadoras.

O que é contrapartida? 

As contrapartidas são “previsões” ou garantias de um projeto cultural poderá beneficiar o ambiente cultural em que a respectiva Lei ou programa vigora. Esse retorno faz bem para toda a sociedade, além de garantir aumentar o público para o produtor.

Priorize comunidades carentes

Em alguns tipos de projeto, a própria realização da atividade cultural pode ser considerada uma contrapartida para a sociedade. Mas são raros os casos em que somente este fator será levado em consideração. Principalmente se, na localidade em que a Lei ou programa pede que o projeto seja produzido, existam grupos sociais menos favorecidas. Para além de acesso, é possível ainda promover ainda capacitação, por meio de oficinas e aulas.

Converse com os interesses das empresas

Em caso de programas privados, as contrapartidas sociais também se destacam. Pois o setor privado tem se preocupado cada vez mais com a Responsabilidade Social Corporativa (RSC). Mas é importante também que seja de fácil entendimento para a empresa, assim como para os clientes. Por exemplo, se o programa for da Faber Castell, pense em contrapartidas que ajudarão a empresa a ensinar pintura à comunidades carentes.

Redação: Karoline Gomes