Festival ERA UMA VEZ – Estreia João e Maria

A partir do dia 30 de julho, os espetáculos produzidos com exclusividade para o Festival serão apresentados no palco do Teatro Bom Jesus, cumprindo todos os protocolos de segurança e prevenção a disseminação da Covid, e terão sua transmissão em todas as plataformas da Associação dos Amigos do HC e Montenegro.

As produções trarão leituras contemporâneas dos clássicos João e Maria, Chapeuzinho Vermelho, Cinderela e João Pé de Feijão, com linguagens que refletem temas cotidianos de pais e filhos. Um festival de múltiplas ideias, incontáveis saberes, diversas expressões de linguagens e qualificação, com atrações que ao mesmo tempo aproximam o tradicional teatro para a infância e juventude, da produção teatral contemporânea. “Cada peça traz uma possibilidade diferente, de música e visual, construção da dramaturgia.  Minha direção caminha para conectar o mundo da criança com o do adulto. Essa questão do teatro infantil ser para as crianças e para os pais também é uma das principais questões que me preocupo quando escrevo. Quem leva a criança para o teatro? O diálogo das cenas não é unilateral, somente para os pequenos, o foco também está nos pais”, conta Tiago Luz, diretor cênico do festival. Cinderela é quem abre a programação dos espetáculos. Essa adaptação, traz à cena uma inusitada abordagem sobre essa tão revisitada história. “Nossa Cinderela é um convite para que adultos e crianças, juntos, possam rir,  se emocionar e construir caminhos possíveis na direção de um mundo mais justo, harmonioso e igualitário”, conta o diretor.

A contrapartida social desse projeto será realizada em parceria com a Associação dos Amigos do HC, que receberá a renda integral da bilheteria, além de apresentações exclusivas aos pacientes do DEDICA, programa de assistência social infantil mantido pela Associação de Amigos do HC, oficinas criativas e contações de histórias. Ainda como parte do projeto, a construção de um novo espaço de leitura nas instalações do DEDICA está prevista para entrega no segundo semestre. Escolas públicas receberão também apresentações dos espetáculos, atingindo um público de 5.000 mil pessoas, formados por alunos e professores.

Com uma equipe de produção formada por criativos, cenógrafos, figurinistas, jornalistas, designers, fotógrafos, cinegrafistas, técnicos de som e luz, músicos, produtores, advogados, contadores, intérpretes, entre outros, o festival movimenta a cena cultural desse início de ano.  Com essa terceira edição, o festival deverá ultrapassar a marca de 10 mil espectadores.  “Gerar valor aos produtos culturais é a fórmula de sustentabilidade de um segmento tão sensível as oscilações da política e economia. Ao nos colocarmos como parte da máquina, gerando empregos, renda, impactos sociais e de imagem, garantimos a continuidade das produções artísticas”, afirma Carolina Montenegro, diretora da empresa, que já aprovou e executou mais de 80 projetos.

ERA UMA VEZ…ERAM DUAS, ERAM TRÊS conta com o apoio financeiro de mais de 70 empresas patrocinadoras, sendo que 70% dessas mantém seus investimentos em todas as edições do projeto. As notícias do festival computam mais de 1 bilhão de reais em mídia espontânea, somados ao plano de mídia com inserções em rádio, mobiliário urbano, impressos e internet.

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