Gastronomia é arte

O tacacá, o acarajé, o caldo de piranha, o pão de queijo, o chimarrão… Cada uma dessas iguarias podem contar muito da história e da cultura de cada região do Brasil – e isso sem contar com as variações que cada cidade ou povoado coloca nas receitas.

Essa relação entre comida e cultura é o que faz da gastronomia um meio de contar histórias, além de promover trocas de conhecimento e costumes entre diferentes povos.

Logo, é possível afirmar: sim, gastronomia é arte! E o seu projeto gastronômico pode participar de Leis e programas de Incentivo que farão a diferença na hora de espalhar essa mensagem. Saiba como:

Mergulhe nos editais: 

Como gastronomia ainda é dificilmente ligada à cultura, é comum que você ainda não conheça as nuances das Leis e programas de Incentivo. Mas nunca é tarde para se atualizar na leitura dos editais e entender o que é pedido na hora da inscrição. Tenha atenção também às descrições solicitadas, para que o projeto possa ser devidamente apresentado como sendo cultural.

Tenha uma boa contrapartida: 

Normalmente as oportunidades de incentivo pedem argumentos de “contrapartida”. Ou seja: como tal projeto cultural pode beneficiar a comunidade em que tal Lei ou programa vigora?

Ofereça propostas com foco na troca cultural proporcionada pela gastronomia. Assim como oportunidades de emprego, capacitação e consumo acessível na área.

Converse com produtores mais experientes:

Conhece alguém com um projeto cultural que tem foco em gastronomia? Já conversou com essa pessoa sobre Leis e programas de Incentivo? Talvez uma simples conversa possa gerar muitas ideias para a inscrição e contrapartida.

Redação: Karoline Gomes

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